Uso de remédios sem eficácia contra COVID-19 pode facilitar o aparecimento de superbactérias

Os efeitos adversos em função desses remédios variam de dores de cabeça até taquicardia e alterações gastrointestinais.

Cognys

  • 25/01/2021
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Uso de remédios sem eficácia contra COVID-19 pode facilitar o aparecimento de superbactérias. (Fonte: UOL)

Especialistas da área da saúde emitiram um alerta a respeito da prescrição e uso de remédios sem eficácia comprovada cientificamente para a COVID-19. O alerta se estende para além dos efeitos adversos que os medicamentos podem causar a curto e longo prazos, sendo possível também a resistência bacteriana, dando origem a doenças como a “supergonorreia”.

Embora algumas autoridades insistam na indicação de  medicamentos sem eficácia comprovada contra a COVID-19, como hidroxicloroquina, ivermectina, nitazoxanida e o azitromicina, algumas dessas medicações vêm acompanhadas de sintomas adversos. Entre os mais comuns estão tontura, dores de cabeça, aumento da pressão arterial, taquicardia e alterações gastrointestinais.

Os medicamentos supracitados foram os mais buscados no ano de 2020, segundo balanço da plataforma Consulta Remédios. Com alta maior que 1000% em comparação com o ano anterior, mesmo sem comprovação de sua eficácia no combate ao SARS-CoV-2. Além disso, o uso exacerbado desses remédios deve aumentar a resistência de bactérias, limitando a sua utilidade.


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