Mutações nas células epiteliais do sistema respiratório facilitam entrada da COVID-19

O pulmão se enche de fluidos com a tempestade de citocinas e precisa de respiradores e hospitalizações prolongadas.

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  • 14/07/2021
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O trabalho significa um passo relevante no que diz respeito aos estudos do novo coronavírus e seus desdobramentos. (Fonte: iStock)

Pela primeira vez, uma pesquisa científica aponta uma conexão genética que auxilia na explicação do porquê o coronavírus consegue se replicar mais e ocasionar maiores danos em pacientes que sofrem de problemas respiratórios.

De acordo com novo estudo, co-liderado pelo Instituto de Pesquisa Genômica Translacional (TGen), nos EUA, em pacientes de DPOC, as células que compõem o aparelho respiratório, incluindo as epiteliais que revestem os pulmões e as vias aéreas, possuem mutações genéticas que facilitam a entrada do Sars-CoV-2 no corpo, assim como a replicação do vírus. Com isso, é estimulado uma resposta imunológica descontrolada (‘’tempestade de citocinas’’) que faz com que o órgão se encha de fluidos, resultando na necessidade de respiradores e hospitalizações prolongadas.

O trabalho significa um passo relevante no que diz respeito aos estudos do novo coronavírus e seus desdobramentos. Em nota, Linh Bui, pós-doutorado no laboratório de Banovich e um dos principais autores do estudo afirma que os “dados sugerem que o microambiente imunológico em ambos os níveis, molecular e celular, em pulmões danificados por doenças crônicas pode promover COVID-19 grave’’.

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fonte: Correio Braziliense