Estudos indicam que a musicoterapia pode amenizar crises de epilepsia

Além disso, a terapia com música pode ser utilizada como tratamento complementar em doenças como Alzheimer e Parkinson.

Cognys

  • 22/09/2021
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O efeito de algumas músicas vai além do relaxamento e pode melhorar a qualidade de vida de quem possui doenças como o Alzheimer e Parkinson (Fonte: iStock).

Uma pesquisa publicada recentemente mostrou que uma composição específica de Mozart — a sonata para dois pianos em ré maior K448 — tem efeitos positivos no tratamento de pessoas com epilepsia. De acordo com os cientistas, a música tranquilizou 16 pacientes que sofriam com a perturbação e estavam hospitalizados. Especialistas acreditam que algumas características da obra do músico austríaco, como expectativa ou efeito surpresa, podem gerar respostas emocionais positivas que alteram significativamente partes do cérebro associadas às emoções.

Outro estudo, realizado pela organização britânica Mindlab indicou que a música “Weighless” — do grupo Marconi Union e criada em parceria com terapeutas — foi capaz de reduzir em até 65% as reações fisiológicas de estresse. A equipe foi além e criou uma playlist com 10 músicas consideradas as mais eficazes para o controle da ansiedade e composições dos britânicos Adele e Coldplay marcaram presença na lista.

A ciência já comprovou que certas músicas, sons ou ruídos podem amenizar alguns dos sintomas de doenças como o Alzheimer e o Parkinson e ajudar na sociabilidade de pessoas com o espectro autista. Além disso, a terapia com música reduz a pressão arterial e a frequência cardíaca e pode auxiliar no processo de aprendizagem. No Brasil, a musicoterapia é aceita pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde 2017, como uma das terapias que fazem parte do programa de Práticas Integrativas e Complementares (PICs).

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fonte: O Globo