Estudo desenvolvido na Fiocruz investiga implicações da COVID-19 longa em jovens

Estudo indica que adultos e jovens e de meia-idade formam uma parcela em crescimento dos pacientes hospitalizados.

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  • 20/07/2021
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Para os pesquisadores responsáveis pelo artigo, um dos desafios é a importância de analisar os impactos de raça/etnias, gênero e classe social. (Fonte: iStock)

Pesquisadores do Observatório da Fiocruz desenvolveram um o artigo, cujo tema gira em torno das implicações do rejuvenescimento  da pandemia da COVID-19 no Brasil. O trabalho surge a partir da observação de que casos da doença nas faixas mais jovens (adultos entre 20 e 59 anos) que evoluem gravemente e resultam em óbito, têm ocorrido com uma maior frequência. Com isso, o estudo presume que essa faixa de idade poderá ser afetada de forma significativa pela ocorrência da COVID-19 longa ou síndromes pós-COVID.

De acordo com pesquisa, nos primeiros meses de 2021, houve um avanço significativo na incidência e mortalidade da COVID-19 no Brasil. E a mudança demográfica tem sido observada neste período, com adultos e jovens e de meia-idade tornando-se uma parcela em crescimento dos pacientes hospitalizados em enfermarias ou em Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Para os pesquisadores responsáveis pelo artigo, um dos desafios é a importância de analisar os impactos de raça/etnias, gênero e classe social. Nesse contexto, “a mensagem é clara. Precisamos olhar para os jovens adultos, especialmente os mais vulneráveis, engajando-nos com eles com urgência. O calendário vacinal avança ainda timidamente entre os grupos de jovens, e as medidas de saúde pública não farmacológicas continuam a ser essenciais. Essa recomendação deve ser feita com responsabilidade, garantindo a proteção social necessária por parte do governo para que as pessoas possam ficar seguras em casa sem comprometer as condições mínimas de subsistência, agora e no futuro, dessa população”, pontuam os estudiosos.

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fonte: Fiocruz