Copa América pode ter facilitado entrada de nova variante no Brasil, diz instituto

Ainda sem um nome oficial, a B.1.621 foi identificada pela primeira vez na Colômbia e está presente em 19 países.

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  • 19/07/2021
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(Fonte: iStock)

Na última semana, o Instituto Adolf Lutz identificou a presença da variante B.1.621 em dois homens de 37 e 47 anos, integrantes das delegações da Colômbia e do Equador, respectivamente. As seleções se enfrentaram na Arena Pantanal, em Cuiabá, no início de junho, pela Copa América. Os pacientes fizeram isolamento nos quartos de hotel onde estavam hospedados e, após receberem alta médica, retornaram aos seus países.

Presente em mais de 19 nações, a variante (ainda sem nome definido por uma letra grega) foi descoberta na Colômbia em janeiro deste ano e representa cerca de 24% dos casos de infecção no país. Até o momento, os países que têm mais registros dessa cepa são Estados Unidos, Espanha, México e Holanda.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a B.1.621 está classificada como Variante de Interesse (VOI) — quando aparece em diversas pessoas e vários lugares diferentes — e só seria considerada Variante de Preocupação (VOC) caso seja mais letal ou surja com maior frequência em determinados grupos. No mesmo período do campeonato de futebol, o instituto também detectou 10 infecções pela variante Gama, localizada pela primeira vez em Manaus e considerada uma Variante de Preocupação pela OMS.

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fonte: Superinteressante