Casos graves da COVID-19 podem estar relacionadas a telômeros mais curtos

A teoria dos cientistas espanhóis é que os telômeros curtos dificultam a regeneração do tecido após a infecção.

Cognys

  • 19/01/2021
  • 0
  • 0
  • 1
Favoritar
Casos graves da COVID-19 podem estar relacionadas a telômeros mais curtos. (Fonte: Revista Galileu)

Um estudo publicado no dia 11 de janeiro, indicou que existe relação entre os casos graves da COVID-19 e telômeros mais curtos, indicadores de envelhecimento. A pesquisa foi realizada com 89 pacientes infectados pelo novo coronavírus e internados no Hospital IFEMA em Madrid

Liderada por pesquisadores do Centro Nacional Espanhol de Pesquisa do Câncer (CNIO), o estudo realizado em animais mostrou que os telômeros curtos dificultavam a capacidade regenerativa do tecido após a infecção. No caso da COVID-19, os pneumócitos alveolares do tipo II infectados pelo SARS-CoV-2, são impactados na sua capacidade de regeneração pulmonar, podendo induzir a fibrose.

Os autores consideraram que a confirmação de que os telômeros dificultam a recuperação de pacientes graves pode ser importante para o desenvolvimento de novas formas de tratamento “Dado que telômeros curtos podem ser alongados novamente pela telomerase, e em estudos anteriores mostramos que a ativação da telomerase tem um efeito terapêutico em doenças relacionadas a telômeros curtos, como a fibrose pulmonar, é tentador especular que essa terapia poderia melhorar algumas das patologias que permanecem em pacientes com Covid-19, uma vez que a infecção viral foi superada”, disseram.


Link da notícia completa, clique aqui.